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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

O PODER DA CURA DA MEDITAÇÃO

Meditação
A MEDITAÇÃO promove maior clareza mental, mais criatividade, redução do stress, melhor saúde...


Crescem as comprovações da eficácia da prática da meditação na melhora de uma variedade cada vez maior de doenças como o cancro, a depressão e problemas cardíacos.

A prática da meditação hoje está bem presente entre nós e devido às comprovações científicas, e está-se a  transformar num dos mais respeitados recursos terapêuticos ao serviço da medicina tradicional ocidental.

Nesta prática milenar o principal objetivo é limpar a mente dos excessivos, confusos e desnecessários pensamentos que por ela flutuam a cada segundo, ajudando o indivíduo a focar-se no momento presente. Assim, é um excelente método para ajudar as pessoas a lidarem com os sentimentos como a ansiedade.

O que temos agora são inúmeras pesquisas científicas em que a meditação é vista e recomendada aos pacientes como um remédio acessível e sem efeitos colaterais. E, já é indicada para um vasto leque de desequilíbrios como a depressão, a redução de dores e até mesmo redução dos efeitos colaterais do cancro. Na área da oncologia, há um estudo feito na Universidade de Brasília pelo psiquiatra Juarez Iório Castellar. Ele investigou os efeitos do método em 80 pacientes com histórico de cancro da mama. Castellar pediu às participantes que preenchessem questionários para medir a qualidade de vida. Por meio da colheita de amostras de sangue e saliva antes e depois dos exercícios meditativos, ele também  acompanhou as variações hormonais que indicavam a situação da doença. Foi verificado que a meditação reduziu os efeitos colaterais da quimioterapia, como náuseas, vômitos, insônia.

A meditação tem conquistado o respeito da medicina tradicional porque tem passado nas provas de eficácia realizadas de acordo com a ciência ocidental. Aos olhos dos investigadores foi eliminado a carácter esotérico, e a prática mostrou-se um recurso possível e acessível a todos. De facto o método provou ser capaz de promover no organismo mudanças fisiológicas importantes - há uma clara percepção da diminuição relativamente à ansiedade e uma maior disposição para enfrentar as doenças que surgem nos pacientes.

As pesquisas mais impressionantes vêm dos estudos que se propõe a investigar os seus efeitos no cérebro. Um exemplo é o trabalho realizado na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, e publicado na revista cientifica "NeuroImage". Após compararem o cérebro de 22 meditadores com o de 22 pessoas que nunca meditaram, eles descobriram que os praticantes possuem algumas estruturas celebrais maiores do que as dos não praticantes. Especificamente, hipocampo, tálamo, e córtex orbitofrontal. As duas primeiras estão envolvidas no processamento das emoções. E a terceira região, no raciocinio. As pessoas que meditam têm uma habilidade singular para cultivar emoções positivas.
Na publicação "Psychological Science", há outro trabalho interessante. Pesquisadores da Universidade George Mason constataram que a prática proporciona uma melhora significativa na memória visual.
Normalmente, uma imagem é armazenada integralmente no cérebro por muito pouco tempo. Mas o estudo verificou que monges, habituados a meditar todos os dias, conseguem guardá-las, com riqueza de detalhes, até 30 minutos depois de praticar. Essa habilidade transforma a técnica em um potencial instrumento para complementar o tratamento de doenças que prejudiquem a memória, como a doença de Alzheimer.